Câncer de mama: quais são os estágios e como identificar?

Câncer de mama: quais são os estágios e como identificar?

Câncer de mama, pele, fígado, próstata… Existem mais de cem doenças que atendem pelo nome de câncer e podem ser encontradas nas mais diversas partes do organismo humano. Mas, afinal, o que é câncer?

Câncer é um tumor que pode surgir em qualquer parte do corpo, formado pela proliferação desenfreada de células anormais que são chamadas de células cancerosas.

Tumores podem ser benignos ou malignos. Tumores benignos nada mais são do que um acúmulo de células com características comuns que se multiplicam vagarosamente sem oferecer riscos à saúde. Já os chamados tumores malignos popularmente chamados de câncer são resultado de um crescimento descontrolado, desordenado e agressivo de células que sofreram alteração genética e podem se multiplicar rapidamente e se espalhar para outros tecidos e órgãos de forma intensa, muitas vezes fazendo essas células perderem suas características originais e suas funções.

Com isto já podemos entender que o câncer é uma das doenças mais letais no mundo atual e, entre eles, devemos ficar atento ao câncer de mama, que como o próprio nome diz está localizado nas mamas. Ele atinge homens (muito raramente) e mulheres, mas com uma proporção consideravelmente diferente: a cada 100 mulheres com câncer de mama, apenas um homem apresenta a doença.

Na realidade, entre todos os tipos de câncer, esse é o que mais preocupa as mulheres. Responsável pela maioria dos óbitos entre as brasileiras, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), ele é o tipo mais comum no universo feminino: tratam-se de 1,38 milhões de novos casos por ano em todo o mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Apesar de consideravelmente raro antes dos 35 anos, tem se tornado mais comum na faixa dos 30 anos, em parte devido à evolução e eficiência dos exames de identificação de câncer, mas também por conta do comportamento das mulheres modernas: hábitos como a falta de exercícios, má alimentação e consumo de álcool contribuem para a evolução da doença.

Como identificar o câncer de mama

A grande maioria dos casos de nódulos nas mamas são benignos e não apresentam riscos para desenvolvimento de câncer. Mas, só é possível identificar a presença de tumores e suas características por meio de exames médicos específicos:

  • Mamografia: grande aliada nos diagnósticos precoces do câncer de mama, a mamografia é capaz de identificar tumores invisíveis ao toque, mas não é capaz de indicar se são benignos ou malignos.
  • Biópsia: por meio da remoção de uma amostra de tecido da mama, é possível avaliar por microscópico as características exatas do tumor, isto é, se é benigno ou maligno. Trata-se da melhor forma de identificação do câncer de mama.
  • Ultrassonografia: geralmente feita em pacientes mais jovens, uma vez que a densidade da mama da mulher mais nova dificulta a percepção da presença de nódulo.
  • Palpação dos seios: durante a consulta, um doutor experiente é capaz de utilizar esse método para contribuir com o diagnóstico, surpreendendo os tumores perceptíveis pelo toque.

Estágios do câncer de mama

O câncer de mama pode ser invasivo ou não. No estágio em que não é invasivo é chamado de in situ: ele fica isolado em um ponto da mama, revestido por uma membrana que impede seu transporte para outras partes do organismo. Quando essa membrana se rompe, o câncer se torna invasivo e pode se transportar para outros órgãos e também produzindo as temidas metástases.

Os estágios do câncer de mama são divididos em quatro, dependendo de sua evolução:

Estágio 1: tumor relativamente pequeno e ainda contido, sem se espalhar;

Estágio 2: tumores maiores, medindo até 2 cm, e/ou que se espalharam para os gânglios linfáticos mais próximos.

Estágio 3: tumores com mais de 5 cm ou que já invadiram os tecidos próximos ou se espalharam para os linfonodos adjacentes.

Estágio 4: tumores de qualquer tamanho com a capacidade de invadir tecidos e órgãos vizinhos ou distantes (metástases) e, geralmente, há comprometimento das glândulas linfáticas.

Nas fases iniciais, quando o nódulo ainda é menor do que 1 cm, as chances de cura do câncer são de 95%. Nesse caso, ainda não é possível senti-lo pelo exame do toque, mas é possível identificá-lo na mamografia.

Por esse motivo, toda mulher a partir dos 40 anos deve realizar uma mamografia por ano, especialmente porque, apesar de campanhas como o Outubro Rosa, mais de 60% dos casos de câncer de mama ainda são diagnosticados nos últimos estágios da doença.

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