Hormônio do amor: conheça os 9 benefícios da Oxitocina!

Hormônio do amor: conheça a Oxitocina!

Você acredita no amor?

Provavelmente, sua resposta para essa pergunta é um “sim” convicto. Mas como provar, cientificamente, a existência desse sentimento? A medicina consegue.

Existe um hormônio produzido no hipotálamo, uma região localizada na base do cérebro, chamado Oxitocina. O hormônio também é conhecido por um apelido bastante romântico: o hormônio do amor. Isso porque ele costuma ser liberado justamente quando estamos perto daqueles que amamos.

O hormônio influencia tanto em nosso comportamento, quanto na fisiologia. Sua atuação se origina no cérebro até chegar à corrente sanguínea, onde alcança os receptores encontrados em células por todo o corpo.

Benefícios do hormônio do amor

1. Promove a sensação de prazer

Quando a oxitocina é liberada, ela confere ao corpo uma sensação ampla de bem-estar. Em paralelo, os níveis de cortisol, o chamado hormônio do estresse, diminuem no organismo, dando lugar para a atuação desse hormônio e à sensação de prazer que ele proporciona.

2. Atuar na sensação de confiança

E não para por aí! O hormônio do amor ainda é responsável por promover a sensação de segurança e amparo relacionadas à pessoa amada, contribuindo com a construção de laços de fidelidade entre os casais.

3. Aumentar a libído

Como hormônio do amor, nada mais justo do que ser liberado durante o abraço, certo? Certíssimo. A oxitocina é liberada em situações de demonstração de afeto. Além disso, ela é liberada durante o orgasmo, juntamente com outras substâncias químicas cerebrais. Juntos, eles podem intensificar o vínculo entre os parceiros sexuais.

4. Demonstrar a fase do relacionamento

Quimicamente falando, se existe uma forma de medir se um relacionamento está indo bem, o parâmetro é a Oxitocina. Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade de Bar-Ilan, em Israel, e divulgada pela revista Exame, indica que os níveis de oxitocina variam de acordo com a fase do relacionamento: eles dobram ao se apaixonar, permanecem altos nos primeiros meses de relacionamento e aumentam como nos primeiros meses ao se aproximar da pessoa amada no decorrer do relacionamento. Há, no entanto, uma redução em sua produção no término do relacionamento.

5. Estreitar relacionamento entre mãe e filho

Mas não é apenas nos relacionamentos entre casais que o hormônio do amor atua. Na realidade, uma de suas principais funções é estreitar o vínculo afetivo entre mãe e filho. Em outras palavras, promover o apego materno. Segundo um estudo publicado na revista Psychological Science, ele influencia inclusive no apego das futuras mamães com seus bebês após o nascimento, isto é, as grávidas que possuíam níveis mais elevados do hormônio criaram um apego maior com seus bebês.

6. Facilitar o parto e amamentação

Também liberada no parto (em grandes quantidades), a oxitocina é o hormônio responsável por intensificar as contrações uterinas, abrindo o colo do útero para permitir o nascimento do bebê pelo canal vaginal.

Assim como no nascimento, a oxitocina também é liberada durante todos os momentos de amamentação.

7. Tornar os homens mais amáveis

Nos homens, a Oxitocina é capaz de reduzir a agressividade e torná-los mais amáveis e com comportamentos sociais mais adequados, mesmo na luta contra a atuação da testosterona (outro hormônio importante no organismo masculino, muito ligado ao ganho de massa e desejo sexual).

8. Tornar as pessoas mais generosas

Um estudo publicado na Public Library of Science e divulgado pelo site Hipercultura revelou que pessoas com níveis mais elevados de Oxitocina tendem a tomar decisões mais altruístas. Isso porque, durante um experimento, alguns participantes inalariam hormônio, enquanto outros inalariam apenas placebo e, em seguida, todos deveriam decidir sobre como dividir dinheiro com um estranho.

O resultado: aqueles que inalaram a Oxitocina foram 80% mais generosos, segundo os pesquisadores.

9. Reduzir a dependência de drogas

Segundo artigo da revista Progress in Brain Research, o hormônio do amor também age no combate à dependência química de drogas. Além de inibir a tolerância a drogas, como a cocaína e o álcool, ele ainda reduz os sintomas de abstinência, atuando no controle do desejo e alívio da vontade.

Portanto, quem acha que se apaixonar só gera coração partido, está enganado. Estar apaixonado é, na verdade, muito bom para a saúde, pois libera esse hormônio fundamental para a satisfação pessoal e bem-estar tanto físico, quanto emocional. Experimente!

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