LER e DORT: principais causas de afastamento do trabalho

LER e DORT: principais causas de afastamento do trabalho

O que são Lesões por Esforço Repetitivo (LER) e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT)?

Mais do que um transtorno doloroso e muitas vezes irreversível para o colaborador, as Lesões por Esforço Repetitivo, ou simplesmente LER, representam um grande empecilho para a produtividade da empresa, gerando despesas extras e atrasos nos processos.

Também conhecidas como Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), essas lesões atingem cerca de 100 mil colaboradores por ano só no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Para mudar esse quadro, todas as empresas devem entender suas possíveis causas, qual sua relação com o trabalho e como promover um ambiente seguro. Essa é a maneira mais eficaz de proteger seus colaboradores – promovendo um ambiente mais saudável e investindo na qualidade de vida da equipe – e evitar despesas desnecessárias. É papel da empresa, também, buscar condições de evitar essas complicações! 

Entenda a LER e a DORT

LER e DORT representam um conjunto de doenças que acometem músculos, tendões, articulações, ligamentos, vasos e nervos em trabalhadores dos mais diversos setores no mundo todo. Em 2011, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) divulgou dados que apontam as LER como principais responsáveis por afastamento do trabalho. Essas doenças possuem relação direta com o ambiente de trabalho, na medida em que contribui para os índices de absenteísmo.

O principal fator de risco para seu desenvolvimento são condições inadequadas do ambiente de trabalho. Movimentos repetitivos, má postura, condições inapropriadas e estrutura inadequada para o trabalho, baixo condicionamento físico e jornadas excessivas, com horas ininterruptas de repetição de tarefas, estresse e pressão no ambiente ocupacional são os principais aspectos que podem colocar os colaboradores sob o risco das LER/DORT.  

O desgaste provocado por essas situações pode causar sintomas capazes de impedir a execução do trabalho – prejudicando não apenas a saúde do colaborador, como também o desenvolvimento das atividades.

As regiões mais afetadas pelas doenças são o pescoço, costas, cotovelos, braços, ombros, punhos e mãos. Seu principal sintoma é uma dor persistente, gerada devido a um quadro inflamatório que irrita a região. A localização da dor varia de acordo com o tipo de atividade desenvolvida. De modo geral, ela tende a iniciar gradualmente e mais comumente no final do expediente, causando limitações no desenvolvimento do trabalho. Contudo, como na maioria das vezes a causa do problema não é combatida e o profissional continua realizando suas tarefas, a dor se torna cada vez mais constante, podendo evoluir para um quadro crônico. Dependendo do estágio da doença, os danos podem ser irreversíveis. Além da dor, é possível observar outros sintomas, como hipersensibilidade, perda de força na região afetada, formigamento e inchaço.

Portanto, quanto mais rápida for a identificação do problema, – com tratamento correto e imediato –  maiores são as chances de recuperação, inclusive total, do colaborador. Entretanto, é preciso ter especial atenção durante o diagnóstico, pois existem doenças que apresentam sintomas semelhantes, mas não são relacionadas ao trabalho, como artrite reumatóide e fibromialgia.

O tratamento para LER pode incluir imobilização, fisioterapia, infiltrações, realização de exercícios para fortalecimento muscular, alongamentos, bem como acupuntura, massagem, cuidado de psicólogos.

Alguns setores e funções apresentam maior predisposição para desenvolvimento de LER e DORT. Contudo, com a adoção de alguns cuidados simples e constantes é possível diminuir os riscos e promover a prevenção. Essas ações devem ser tomadas tanto dentro quanto fora do ambiente de trabalho. E o colaborador participa da responsabilidade, juntamente com a empresa.

O que o colaborador pode fazer para evitar LER e DORT?

Além das condições do ambiente de trabalho, outros aspectos se apresentam como fatores de risco para desenvolvimento dessas doenças. Tais aspectos englobam desde os hábitos do colaborador até sua predisposição genética. Portanto, é recomendado que o colaborador adote um estilo de vida focado na promoção da saúde e bem-estar, bem como um bom condicionamento físico. Isso pode ser feito por meio de ações simples, como:

  • Praticar atividades físicas regularmente e exercícios para o fortalecimento muscular, além de adotar a prática do alongamento de manhã, ao acordar, e à noite, antes de ir dormir. Músculos fortes e alongados são capazes de suportar melhor as exigências do dia a dia.
  • Manter uma dieta saudável;
  • Priorizar um sono adequado;
  • Beber dois litros de água diariamente;
  • Não fumar;
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas.

A atenção do colaborador também é fundamental no ambiente de trabalho. É importante que o colaborador zele por manter uma postura adequada durante a execução de tarefas, mantendo as ferramentas de trabalho ao alcance, a um metro e vinte de distância e a cabeça sempre em ângulo reto com o tronco. Além disso, é válido procurar realizar intervalos ao longo do dia, conforme acordado com a supervisão.

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