Saiba quais são os principais métodos anticoncepcionais

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Ao escolher um método para evitar a gravidez, nos deparamos com algumas opções e, muitas vezes, não sabemos qual a mais adequada. Naturalmente, o ideal é consultar seu ginecologista sobre qual seria o melhor método.

No entanto, nesse post, você poderá tirar dúvidas e conhecer mais sobre alguns dos métodos anticoncepcionais disponíveis no mercado. Confira!

Camisinha masculina

É, sem dúvidas, um dos métodos mais usados devido à sua praticidade de uso (a inserção é manual e bem intuitiva), à disponibilidade e ao preço no mercado. A importância da camisinha se deve principalmente ao fato de prevenir doenças sexualmente transmissíveis, por isso, é a mais indicada sempre.

Pílula anticoncepcional

A pílula também é muito popular: é um medicamento a base de hormônios que deve ser tomado diariamente. Seu índice de falha fica em torno de 0,1%, o que tranquiliza muitas mulheres que utilizam esse método. Entre as vantagens do uso da pílula anticoncepcional estão a regulação da menstruação, o combate à acne e a diminuição das cólicas.

Existem dois tipos de pílula no mercado: a pílula normal, que se toma 1 diariamente, no mesmo horário, e que, quando a cartela acaba, é feita uma pausa de 4 a 7 dias (dependendo do medicamento). A outra pílula é a de uso contínuo: toma-se uma pílula por dia, também no mesmo horário, e não há a pausa de 4 a 7 dias. Logo, quando uma cartela acaba, já se inicia outra, sem interrupção.

É importante ressaltar aqui que, apesar de muito eficiente em evitar a gravidez, a pílula não previne a transmissão de doenças.

Injeção anticoncepcional

A injeção possui progesterona ou uma associação de estrogênios que garantem longa duração com apenas uma dose. Existem injeções mensais ou trimestrais, sendo que, nas trimestrais, há uma interrupção da menstruação no início do tratamento e é possível voltar a ser fértil após aproximadamente nove meses depois da última dose.

Assim como a pílula, a injeção reduz a espessura endometrial e suspende a ovulação. A variação do fluxo tende a diminuir graças aos hormônios. Para a utilização desse método é preciso consultar um ginecologista, pois ele poderá avaliar e recomendar a melhor injeção para cada caso. A aplicação pode ser realizada em uma farmácia ou pelo próprio doutor. O índice de falha desse método anticoncepcional também é bem baixo — fica em torno de 0,1%.

Adesivo anticoncepcional

Trata-se de um adesivo que é colado na pele da mulher e fica no corpo por uma semana. Ele combina estrogênio e progestogênio, liberados por sete dias, continuamente. No primeiro dia da menstruação, cola-se o adesivo. A caixa vem com três unidades e, após 3 semanas de uso, é feita a pausa de uma semana.

O ideal é não colocá-lo em locais que possam ter contato com roupas apertadas. É importante manter o adesivo bem aderido. Caso ele se desloque ou saia, coloque um outro adesivo imediatamente. Quando utilizado corretamente, seu índice de falha é de 0,1%.

DIU e SIU

Dois métodos bastante utilizados atualmente são o Dispositivo Intrauterino (DIU) e o Sistema Intrauterino (SIU ou DIU hormonal), que são inseridos dentro do útero, e envolvem apenas um procedimento, realizado por médicos.

São populares por sua eficácia e por sua duração. Tanto o DIU quanto o SIU podem prevenir a gravidez durante um período de 5 a 10 anos (variando de acordo com o produto utilizado).

A principal diferença entre os dois é que o DIU é feito de cobre e não tem hormônios, enquanto o SIU libera hormônios no útero. Seu índice de falha também está em torno de 0,1%. Caso a mulher queira engravidar, basta retirar o DIU ou o SIU com o seu médico. Lembrando que são métodos anticoncepcionais mas que não protegem de DSTs.

Entre os métodos menos eficientes, podemos citar o diafragma, anel de borracha que é inserido manualmente e impede a entrada de espermatozoides no canal uterino. O índice de falha aqui fica entre 8% e 20%.

Prevenir-se é fundamental, não apenas de uma gravidez indesejada mas também de doenças sexualmente transmissíveis.

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