Sarampo: quais são os sintomas e tratamento?

Sarampo: quais são os sintomas e tratamento?

A OMS está alertando o país sobre um novo surto de sarampo. Depois de praticamente erradicar a doença do país por volta dos anos 2000 graças à introdução da vacina, agora em 2018 o Sarampo voltou a desembarcar no país, dessa vez trazido por imigrantes da Venezuela. Como o país faz fronteira com os Estados de Roraima e Amazonas, essas são as regiões com maior número de casos da doença.

A Venezuela ocupa o primeiro lugar na lista de casos confirmados de sarampo. O Brasil vem logo em seguida, ocupando o segundo lugar nessa lista.

A solução para controlar o surto? O Ministério da Saúde, juntamente com os governos estaduais e municipais, está realizando campanhas de vacinação para pessoas ainda não vacinadas, sejam elas imigrantes venezuelanos ou brasileiros, entre 6 meses e 49 anos de idade, e exigindo a vacinação contra sarampo para venezuelanos como pre-requisito para entrar no país.

Mas o que é o sarampo?

Como uma doença altamente contagiosa e transmitida pela respiração, o sarampo é uma infecção de origem viral. As gotículas de saliva (ou qualquer outra secreção respiratória) contaminadas com sarampo podem permanecer no ar durante várias horas, o que torna a doença perigosa e de fácil contaminação.

Em outras palavras, não é preciso haver contato direto com alguém infectado para contrair a doença. É possível se infectar dentro de um avião, por exemplo. Tanto que, antes da popularização da vacina, 90% das crianças até os 5 anos de idade eram acometidas pela doença.

Sintomas do sarampo

Os sintomas surgem a partir de 12 dias da contaminação e são exatamente os mesmos para qualquer pessoa contaminada. 

Nos primeiros 2 a 3 dias:

  • Febre alta

  • Mal estar

  • Coriza

  • Tosse

  • Perda de apetite

  • Dor de garganta

  • Conjuntivite

 As manchas na pele, típicas do sarampo, surgem logo após os primeiros sintomas. Tratam-se de machas avermelhadas pelo rosto e corpo.

Tratamento para o sarampo

Como não há tratamento, é preciso esperar que a doença se cure espontaneamente e sob o acompanhamento de um Doutor do Bem. As erupções costumam melhorar dentro de uma semana. O acompanhamento é fundamental pois situações mais graves da doenças podem incluir complicações, como pneumonia, perda da visão, encefalite e até mesmo morte.

A falta de um tratamento específico para a doença redobra a importância da prevenção. Nesse sentido, a vacina contra sarampo é a ação mais indicada, inclusive responsável pela erradicação do vírus no início do século.

A vacina integra o calendário vacinal nacional, juntamente com a Caxumba e a Rubéola. Trata-se da vacina tríplice viral, ministrada em duas doses: a primeira dose entre 12 e 15 meses de idade e a segunda dose entre 4 e 6 anos de idade.

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