Você conhece os exames de prevenção ao câncer de próstata?

Você conhece os exames de prevenção ao Câncer de Próstata?

Se podemos considerar o Novembro Azul, campanha anual contra o Câncer de Próstata, bem sucedida no Brasil, o motivo principal é a quebra do preconceito contra os exames de detecção da doença. Pelo menos de um deles, em específico.

O câncer de próstata é a segunda principal causa de morte por câncer entre homens. Sua causa é desconhecida e o principal fator de risco é a idade. Como, em muitos casos, ele apresenta sintomas só em estágios mais avançados, a realização dos exames de prevenção ao câncer de próstata é fundamental para garantir a eficácia do tratamento e cura da doença. 

Quais são os exames de prevenção ao câncer de próstata?

Os possíveis exames para diagnóstico da doença são o toque retal, a dosagem do PSA (antígeno Prostático Específico), a ultrassonografia transretal e a biópsia da próstata.

O ideal é realizar os dois primeiros exames, o toque retal e a dosagem de PSA, em conjunto. Eles são complementares. Isso porque, cerca de 20% dos casos de câncer de próstata sintomático apresentam um PSA normal, enquanto o toque retal também tem uma margem de erro: até 35% dos casos em fase inicial não são detectados. Contudo, sua função não é diagnosticar o câncer, mas levantar suspeitas para indicar a necessidade de realizar a biópsia da próstata.

Toque retal

Como a próstata se localiza ao lado do reto, o toque retal é capaz de detectar com precisão tumores que crescem em direção à parede do reto, pois são altamente sensíveis ao toque pelo canal do reto. Mas não são todos os tumores que crescem em direção ao reto ou já estão em fases em que é possível perceber o tumor.

O exame costuma ser rápido, com duração de segundos, e totalmente indolor. O único possível incômodo que o paciente poderia sentir durante os poucos segundos em que o exame é realizado é causado por sua própria apreensão. Por isso, como em qualquer outro exame, é importante não ficar tenso.

Dosagem de PSA

O PSA (antígeno prostático específico) é uma substância produzida pela próstata e pode ser encontrada no sêmen ou no sangue.

Neste exame, é considerada a amostragem colhida no sangue. Geralmente quando o câncer de próstata está presente o nível do PSA está acima de 4 ng/ml.

A relação entre o PSA e o risco de câncer é:

  • PSA entre 4 ng/ml e 10 ng/ml: risco de 25%.
  • PSA acima de 10 ng/ml: risco superior a 50%.

Contudo, o exame não oferece 100% de certeza: apesar de apresentarem níveis de PSA abaixo de 4 ng/ml, cerca de 15% dos pacientes descobrem o câncer de próstata por meio da biópsia. Por isso, é fundamental realizar o exame de toque retal para complementar a investigação.

Como tratar o câncer de próstata?

As formas de tratamento de câncer de próstata envolvem uso de medicamentos, cirurgia e radioterapia. Em estágios iniciais, a probabilidade de cura é alta.

Como grande parte dos casos apresentam evolução lenta, levando cerca de 15 anos para invadir outros tecidos e órgãos, quando acometem doentes com idade avançada, o Doutor pode optar por não realizar o tratamento, uma vez que o avanço do tumor apresenta menos riscos e agressão do que o próprio tratamento.

Mas tudo depende da orientação médica. Converse com um Urologista do Bem para saber mais! E (por fim, mas não menos importante) se você tem mais de 40 anos, realize os exames anualmente. 

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